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Micromoments

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Na trajetória contínua de aprendizagem, o valor maior está no micromomento relevante.

Sabemos que a aprendizagem refere-se ao processo de desenvolvimento pessoal, onde competências, comportamentos, habilidades, conhecimentos e valores são adquiridos ou transformados por meio de experiências, observações, estudos e raciocínio crítico.

Jean Piaget – um dos maiores pensadores do século XX – definiu aprendizagem como processo contínuo de desenvolvimento individual, intercalando equilíbrios e desequilíbrios: o indivíduo assimila intelectualmente uma nova experiência, formando um novo esquema ou modificando esquema antes vigente à medida em que compreende o novo conhecimento, dele se apropriando. Então, o indivíduo se acomoda, passando a considerar o novo esquema como normal, alcançando nova situação de equilíbrio.

A aprendizagem ocorreria, portanto, na interação entre sujeito e objeto, onde o sujeito assume com autonomia seu processo, em contraposição às ideias behavioristas do fisiologista russo Ian Pavlov, que atribuíam ao condicionamento comportamental o caminho mais eficiente para a transformação humana.

O protagonismo individual em seu processo de aprendizagem é também uma perspectiva humanista, na qual as pessoas com liberdade de ação e pensamento assumem controle de suas direções e compreendem o real valor de suas experiências.

Isso nos leva a argumentar, como pensadores Nexialistas, que a linguagem e a cognição não seriam geneticamente determinadas como estruturas mentais inatas, como defendeu Noam Chomsky, mas sim estruturas cognitivas desenvolvidas pela interação do indivíduo com seu contexto, como propunha Jean Piaget.

É fato que o processo de aprendizagem é um dos grandes temas da história humana...

Mas precisamos reconhecer sempre que a ciência e a filosofia avançam além do empirismo e dos panfletos comerciais, por mais atraentes e facilmente assimiláveis que sejam algumas proposições contemporâneas. Em particular, como educadores Nexialistas, procuramos navegar além de modelos pseudo-científicos, como a programação neurolinguística e o modelo 70/20/10.

Curioso notar também que a batalha entre conteúdos e habilidades como foco primordial da aprendizagem não é uma nova arena do século XXI, mas remonta aos conflitos travados no início do século XIX pelos defensores da Escola Progressista, notadamente pelo psicólogo John Dewey, cujos princípios norteadores englobam:
• Ênfase em aprendizagem por experiências (learning by doing)
• Currículos integrados em unidades temáticas
• Forte ênfase em resolução de problemas e raciocínio crítico
• Desenvolvimento de habilidades sociais para trabalhos em grupo
• Colaboração em projetos compartilhados
• Foco em responsabilidade social
• Individualização máxima da aprendizagem
• Ênfase em aprendizagem continuada por várias formas
• Avaliações baseadas em projetos autorais aplicados a situações reais

Mas o que mudou então na aprendizagem do século XXI?

Certamente o sujeito, o objeto e o ambiente!

O novo milênio tem trazido um tempo acelerado pela tecnologia digital, transformando realidades sociais, econômicas, empresariais, políticas e naturais. Neste novo contexto, curiosamente, a “nova” aprendizagem seria muito valorizada nos mesmos princípios propostos pela Escola Progressista há mais de duzentos anos atrás. Mas com, ao menos, três bem-vindas inclusões trazidas em sopas de letrinhas:

SEL, AQ e AI.

• Aprendizagem Socioemocional (Social Emotional Learning) tornou-se aspecto central da vida cotidiana de crianças (Pew Research Center) e adultos (Gallup) diante das pressões do novo mundo digital e do consequente aumento dramático de patologias associadas a ansiedade e depressão.

• Quociente de Adaptabilidade (Adaptability Quotient) também tem sido cada vez mais decisivo diante de contextos dinâmicos com novas situações que desafiam o indivíduo a lidar com novas habilidades, novas possibilidades, novas interações, novas problemáticas.

• Inteligência Artificial (Artificial Intelligence) agora apresenta oportunidades de integração entre o humano e o digital, ampliando processos cognitivos além das sinapses neurais biológicas do indivíduo para uma simbiose ampliada com base em algoritmos digitais.

A aprendizagem, assim, cada vez mais se distancia do modelo de acúmulo temporal de conhecimento associado a objetivos estáticos, sujeito a incrementos pontuais capazes de combater a inevitável depreciação ao longo do tempo. Distancia-se também da égide de paradigmas inquestionáveis apresentados por autoridades institucionais, deixando de ser unidirecional.

A aprendizagem ocorre nos micromomentos relevantes que formam as experiências vivenciadas pelo aprendiz ao longo de sua trajetória protagonista em um ambiente continuamente dinâmico. A aprendizagem cada vez mais integra diferentes áreas do saber humano, aplicadas ao cotidiano prático vivenciado pelo indivíduo em simbiose com possibilidades tecnológicas digitais infinitas. A aprendizagem também se volta para o centro individual em ampla busca por autoconhecimento capaz de construir fortalezas sólidas diante de um contexto externo exigente socioemocionalmente. A aprendizagem desenvolve-se assim no corriqueiro da vida, na arte da dialética, na genuína curiosidade intelectual.

“Micro Moments” integra a tríade Nexialistas sobre o futuro da aprendizagem justamente por se referir à trajetória permanente de aprendizado ao longo da vida, cada vez mais em micromomentos relevantes na experiência individual.

Smart4you

SMART

A experiência de aprendizagem é necessariamente uma aventura individual no contexto coletivo.

A ficção científica já retrata há décadas o fascínio e o terror humano diante do desconhecido tecnológico. Em particular, a inteligência artificial tem causado grandes especulações em torno do impacto da supremacia robótica na sobrevivência da raça humana.

Muito além de automatizar processos produtivos e atividades humanas repetidas como fizeram as diversas invenções mecânicas das revoluções industriais dos séculos XVIII e XIX, muito além da otimização das atividades sociais como fez a revolução computacional do século XX, a atual revolução inteligente (denominada como 4ª revolução industrial pelo World Economic Forum) apresenta profundos potenciais impactos na evolução da própria humanidade. (Smithsonian e Pew Research Center)

À primeira vista, a própria expressão Inteligência Artificial parece disparatada. Afinal, o que ganhamos em utilidade e o que perdemos em humanidade, quando a referência deixa de ser tecnologia e se torna inteligência artificial?

A inteligência humana difere muito da referida inteligência artificial. O intrínseco, o idiossincrático e o inusitado são exclusivos apenas na natureza humana, evoluída no âmbito biológico durante milhões de anos. Capacidades humanas como abstração, autoconsciência, arte, cultura e livre-arbítrio são ainda (e, provavelmente, continuarão sendo) humanas. Humanoides não estarão aptos a desempenharem no mesmo nível de sofisticação humana, nem tampouco algoritmos com toda potência da computação quântica.

Por outro lado, a singularidade – momento no qual o armazenamento em formato digital superará todos os códigos e informações da pré-história à era analógica – pode resultar em uma espiral de crescimento tecnológico desenfreada em prol da superinteligência artificial, com mudanças irreversíveis e imprevisíveis na civilização humana. A publicação do Sycamore na revista Nature (nature.com) no final de 2019 apenas nos lembra que a tecnologia continua a avançar a despeito de quaisquer barreiras morais ou religiosas.

Naturalmente, diante do desconhecido, humanos têm a tendência a supervalorizar riscos e menosprezar benefícios como típico processamento mental em prol de sua sobrevivência. A inteligência artificial, portanto, também apresenta benefícios potenciais. A grande questão parece estar na capacidade de articulação da sociedade em defesa dos princípios éticos adequados no uso da nova tecnologia, como tem sido aliás o histórico campo de batalha humanista diante de diversos avanços tecnológicos ao longo dos últimos séculos. (vide: MIT Technology Review e Forbes.com)

Portanto, a questão crucial está justamente no uso correto da tecnologia pela humanidade.

E uma das arenas mais promissoras para o avanço da inteligência artificial parece estar na ampliação da própria inteligência humana. Em tempos de panaceia ao redor do Transumanismo como novo patamar possível para a humanidade, vale destacar algo mais singelo: como o uso intenso de inteligência artificial acelera e amplia o processo de aprendizagem humana.

A recente onda de hiperpersonalização (McKinsey) em diferentes setores – do varejo à medicina – também se aplica cada vez mais aos processos de aprendizagem, baseados em três princípios comuns:

• Análise densa de dados
• Mapa de comportamentos e sentimentos
• Construção de jornadas em ecossistemas
A análise densa de dados requer não apenas algoritmos capazes de metrificar todo processo de aprendizagem, mas também de colocar as análises sob perspectiva dos contextos vivenciados. O uso inteligente de dados inseridos em contextos pode sustentar desenvolvimento de experiências de aprendizagem aderentes às reais necessidades e motivações do indivíduo.

O mapeamento de comportamentos e sentimentos é uma das mais avançadas fronteiras dos algoritmos de inteligência artificial, trazendo até mesmo empatia para experiências digitais. O mapa comportamental permite o design de vivências de aprendizagem compatíveis com os reais direcionadores de motivação e ação no contexto individual.

A construção de jornadas em ecossistemas tem permitido o desenvolvimento de alternativas às tradicionais ofertas de aprendizado por nível hierárquico e contexto funcional. As jornadas temáticas são construídas em arquitetura aberta, conectando ecossistemas de soluções, invariavelmente com algum formato inspirado em realidades relevantes do aprendiz.

A massificação da inteligência artificial tem sustentado trajetórias de aprendizagem hiperpersonalizada com integração de diferentes tecnologias e metodologias. Nossos educadores Nexialistas, denominam este fenômeno como “Smart 4 U”, sempre com perspectiva positiva acerca do avanço científico e tecnológico sobre a sociedade.

“Smart 4 U” integra a tríade Nexialistas sobre o futuro da aprendizagem justamente por se referir à possibilidade digital de individualização inteligente do aprendizado inserido no contexto intrínseco a cada indivíduo autor de sua própria trajetória.

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Em um mundo repleto de informações, o valor não está apenas no acesso, mas na curadoria.

A história da humanidade, tal como a própria natureza, sempre nos ensina a olhar para o passado para compreender melhor o futuro.  Vivenciar o século XXI nos exige, portanto, um olhar em perspectiva temporal: nada parece tão inédito assim, nem tampouco aleatório. Existe certa lógica na sequência de fatos, sorrateiramente desarranjada por eventos imprevisíveis (atualmente, denominados como cisnes negros).  

Que tal viajar pela história para construir as bases da visão Nexialistas sobre o fenômeno?

Há cem anos atrás, o Tratado de Versalhes foi o maior marco do ano 1919, encerrando a Primeira Grande Guerra Mundial e inaugurando os esperançosos anos 1920 em torno da recém-criada Liga das Nações. Naquela época, o acesso global à informações limitava-se a jornais impressos e ao uso incipiente do telégrafo. O uso massificado do rádio e da televisão ocorreria mais tarde, nos anos 1930 e 1950, respectivamente.

Neste contexto, certamente o acesso à informação era algo muito valioso, tanto quanto seu processamento em escala. Mas, a computação era ainda algo teórico, com os cartões perfurados (!) de Herman Hollerith sendo sua expressão mais contemporânea e inovadora.

O primeiro computador digital – conhecido como Electronic Numerical Integrator and Computer (ENIAC) – surgia apenas em 1946, com capacidade de processamento equivalente a 5.000 operações por segundo com uso de 17.500 válvulas. Apenas trinta anos depois, em 1975, o MITS Altair 8800 se tornaria o pioneiro computador pessoal, com apenas 256 bytes (!) de memória. A revolução computacional apenas se intensificou desde então.

O atual maior supercomputador do mundo é o Summit: uma máquina de 200 petaflops (equivalente à capacidade de processamento de 20 quadrilhões de cálculos por segundo) baseada em tecnologia desenvolvida pela IBM e Nvidia. Um ser humano precisaria de 63 bilhões de anos para conseguir calcular o que o Summit é capaz de fazer em 1 segundo.

Estamos caminhando para a singularidade!

E o volume de informações digitais armazenadas é tão extraordinário que cientistas começam a utilizar estruturas de DNA como armazéns digitais: a Memória de Ácido Nucleico (MAN). Neste novo mundo, 215 petabytes de informação podem ser guardados em apenas um grama de DNA.

Admirável mundo novo...

Mundo onde a quantidade de informações apenas aumenta. Atualmente, já são mais de 60 bilhões de páginas de Internet em todo planeta. Aproximadamente 200 milhões de e-mails foram enviados a cada minuto em 2019. Neste mesmo ano, também a cada 60 segundos, 670 mil horas de vídeos assistidos no Netflix, 4,5 milhões de vídeos assistidos no Youtube, 350 mil páginas Instagram acessadas e USD 1 milhão gastos em compras online.

Hoje já é possível acessar inúmeros bancos de dados. Veja abaixo alguns dos mais interessantes utilizados pela nossa equipe técnica de pesquisadores Nexialistas:
https://ourworldindata.org/
https://informationisbeautiful.net
https://data.worldbank.org
https://data.world/datasets/world
https://worldwidewebsize.com
https://www.internetlivestats.com/
https://www.visualcapitalist.com
https://trends.google.com.br/trends/

E o que este mundo novo turbinado por informações e computadores nos apresenta como desafio?

Na verdade, não é um desafio novo...

O desafio é justamente nossa capacidade limitada de processamento biológico de informações como seres humanos. Há cem anos, podíamos nos orgulhar ainda de nossa maior capacidade cerebral na face da Terra. Atualmente, podemos apenas nos orgulhar de termos criado supercomputadores capazes de processar informações em uma escala inimaginável para a humanidade. E isso nos apresenta benefícios e riscos, muitos ainda desconhecidos.

Nossa evolução cerebral é naturalmente lenta, por ser biológica. Nossa realidade é cada vez mais acelerada, por ser digital. Resolvidas as questões de armazenamento e tráfego, a realidade digital será, cada vez mais, absolutamente inalcançável para cérebros humanos. E isso já nos apresenta impactos cerebrais.

Os humanos modernos não precisam mais armazenar tudo mentalmente e podem deixar os conteúdos factuais para a Internet. Na verdade, isso pode até trazer alguns benefícios ao cérebro, permitindo que ele se concentre em outras tarefas mais ambiciosas, teorizam os pesquisadores. (Medical News Today).

A revolução digital é tamanha que a própria definição de ser humano parece estar em xeque. Às vésperas do Natal de 2019, a equipe de técnica de pesquisadores Nexialistas debruçou-se sobre o recente artigo Biotechnologies nibbling at the legal “human” publicado na Science (veja o artigo).

Nossa própria trajetória de aprendizagem modifica-se diante do contexto digital.

Ao invés do acúmulo de informações em repositórios organizados, as conexões parecem ser mais requeridas em um contexto rapidamente dinâmico. A aprendizagem extrapola as próprias sinapses biológicas cerebrais para serem cada vez mais integradas com algoritmos computacionais em redes neurais complexas. A resolução de problemas práticos e a própria reflexão filosófica sobre questões morais passam a considerar não apenas o conhecimento humano acumulado ao longo de séculos como também as possibilidades de previsão e inferência construídas em torno de lógicas em simuladores computacionais com infinitos cenários.

“Connection is Premium” integra a tríade Nexialistas sobre o futuro da aprendizagem justamente por se referir aos diferenciais cognitivos e sociais humanos em um mundo plenamente digital.

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Os micro-momentos são janelas de conhecimento, pílulas capazes de mobilizar a cabeça e o coração, na seleção do que eu quero, preciso e decido aprender. Conheça mais sobre o conceito.
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Nos dias de hoje, sai na frente quem souber conviver com as máquinas e ter facilidade de interagir com a tecnologia, com todos os recursos que ela traz, em um mundo cada vez mais híbrido, ao vivo e gamificado, mas voltado às pessoas. Como você está se saindo?
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Com a quantidade cada vez maior de informações disponíveis, é necessário filtrar o que realmente interessa, separando o joio do trigo, construindo significados relevantes e ainda inéditos no presente.
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Nexo no universo da aprendizagem.
Nossa marca é nova e, com o tempo, apesar de tanta vivência, continua rejuvenescendo. Esse tempo ao contrário, que não vê a cronologia de forma linear, está na nossa essência. Não olhamos percursos com começo, meio e fim. Simplesmente porque o universo não funciona assim. Deixe-se fluir... Permitindo-se esta viagem mais desprendida e destemida. Um voo sem fim, mas com âncoras firmes na realidade. Nexialize-se!
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COMO ATUAMOS
Lideramos tendências e criamos soluções na arena de aprendizagem  a partir de quatro elementos:
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Conexões, ideias, pessoas, cenários... Estão soltos, até serem interligados. Pra que faça sentido precisa ser verdadeiro. Por isso, ser Nexialista é ir além do óbvio e do superficial. Alguns requisitos? Profundidade analítica, visão sistêmica, curiosidade intelectual, espírito colaborativo e flexibilidade em relação ao (re)conhecido. Tudo isso combinado com real capacidade de execução e entrega de valor.
Conexões
Curadoria
Autoria
TABELA PERIÓDICA
[O EIXO]
Nosso portfólio de possibilidades de aprendizagem no contexto organizacional. Inspirada nas tabelas periódicas de química lá da escola, o nosso desenho está baseado em uma bem embasada pesquisa social realizada por nosso time. É o nosso mapa integrador de diversas competências, linkadas a objetivos concretos de negócio. Química que funciona.
Assessment
Consultoria
CONTEXTO ORGANIZACIONAL
AMBIENTE + NEGÓCIOS + PESSOAS + PROCESSOS
Sabemos ler contexto organizacional, cultivamos alma no digital, navegamos em curvas exponenciais e adoramos uma boa zona de desconforto. Gostamos do que é belo na forma, mas profundo no conteúdo. De técnica com acolhimento. Do storytelling na aprendizagem. Valorizamos a autoralidade e os projetos únicos.
IMPACT
[O MÉTODO]
Modelo autoral de desenvolvimento de soluções consultivas para aprendizagem. Asseguramos que as filosofias e as melhores práticas de Andragogia, Adaptative Learning e Life Long Learning estejam inseridas “by design” em nossas entregas de valor para grandes organizações.
I
INSIGHT
M
MOTIVATION
P
PRACTICE
A
AWARENESS
C
CONNECT
T
TRANSFER
APRENDIZAGEM + COMUNICAÇÃO + ENGAJAMENTO
UNIVERSO
[O ECOSSISTEMA]
Este aqui ainda é segredo! ... shhh...
Diálogos
com o
amanhã
Valentina é a nossa mentora virtual inspiradora e acolhedora. Poderosa e acessível, capaz de entender desejos e inspirar infinitos caminhos. Ela já tem um conhecimento incrível, mas nunca para de aprender. Porque nossa protagonista é uma, mas inspirada em muitos. Nasce em uma era que valoriza as inteligências múltiplas. Lógico-matemática, espacial, linguística, intrapessoal, interpessoal, existencial, só pra citar algumas. Sua visão vem justamente desta soma, de conhecimentos e experiências, perfis e histórias. Ao interagir com as pessoas, Valentina cria cada vez mais nexos, transformando a maneira como iremos nos relacionar com o saber. Um diálogo vivo, atual e sempre à mão.
Prepare-se: em 2020, Valentina te convidará a olhar de maneira diferente para o universo da aprendizagem.
SÃO PAULO | Av. Professor Fonseca Rodrigues, 546 – Alto de Pinheiros – CEP: 05461-010
RIO DE JANEIRO | Ladeira da Glória, 26 - Glória, Rio de Janeiro - RJ, 22211-120
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